quinta-feira, 3 de setembro de 2009

da Independência do Brasil

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Ou fica livre o Brasil
ou morre os filhos servis...
Ainda... não se pode ver,
contente,
a Pátria amada mãe... que...
seguindo sem asas livres,
qual nau em apuros...
não vislumbra o horizonte.
Gente brava, acorrentada
pelos grilhões do capital...
Grita de verde e amarelo,
nas filas, nas esperas...
Enquanto os engravatados
envenenam o sol da liberdade.
E, as mãos tão poderosas
criaram o “risco Brasil”...
Com fervor e paciência,
segue a marcha varonil...
Entre tráficos e disparos,
perdidas balas,
falta de educação,
pobres nas prisões,
brigas de tubarões...
Somos todos, muralhas.
Cada um,
de peito aberto, para proteger
a amada mãe gentil.
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Juleni Andrade

Um comentário:

ApReNdIz De SoNhaDoR disse...

QUERIDA JULENI,
É TRISTE VER O BRASIL NESTES ANGULOS VIOLENTOS, QUE INFELISMENTE ESTAMOS PRESENCIANDO DIARIAMENTE, Ñ SE LIGA MAIS UMA TV, PARA SEM QUERER OUVIR APENAS NOTICIAS DE TRAGEDIAS, MORTES E VIOLENCIA,
UMA PENA,MAS COMO VC DIZ EM SEUS VERSOS, SOMOS MURALHAS, CADA UM PROTEGE O SEU, E SE PUDER A TERRA AMADA,CHEGAMOS A ESTE PONTO. QUE NOS TORNAMOS PRISIONEIROS DE NÓS MESMOS. ( UMA OTIMA FRASE PARA USAR NA POESIA, MAS NA REALIDADE É UMA VERDADE NUA E CRUA>

PARABENS PELA SUA POESIA REALISTA,
GOSTARIA DE SABER ASSIM DESCREVER,
( JÁ SOU MAIS MELANCÓLICA EM MEUS VERSOS. )
TUDO DE BOM, SUCESSO.

LEEK