terça-feira, 29 de setembro de 2009

"Privado de uma paixão, o homem ficaria mutilado como se o privassem de um dos sentidos!"

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"As dificuldades como as montanhas, aplainam-se quando avançamos por elas!"
.
Émile Zola (Paris, 2 de abril de 1840 — Paris, 29 de setembro de 1902). Foi um consagrado escritor francês, considerado criador e representante mais expressivo da escola literária naturalista além uma importante figura libertária da França.

domingo, 13 de setembro de 2009


BOA EDUCAÇÃO
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Sou progenitor
de gente
que sente...

Não quero filho
doente...

Não quero descendente
cabisbaixo...


Sou pai, sou mãe,
não sou carrasco.

Sou antepassado
não sou algema.
Sou fato, sou ato.
Não, problema.

Quero filho saudável
com asas fortes...
Que possam deixar
o ninho...
Seguir o próprio caminho.
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JULENI ANDRADE

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

DIA DO BIÓLOGO

No Brasil, a profissão de biólogo foi regulamentada em 3 de setembro de 1979. Por isso esse dia ficou consagrado aos profissionais da área.
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A biologia é a ciência da vida (do grego bios = vida e logos = estudo).
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Ela estuda as características e o comportamento dos organismos, a origem de espécies e indivíduos, e a forma como estes interagem entre si e com o seu ambiente. Analisam desde genes, células e órgãos, até as populações de plantas e animais e a estrutura dos ecossistemas.
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BIÓLOGO:
** é o pesquisador envolvido com a Biologia e suas áreas. Desenvolve seus estudos por meio do Método Científico. Trabalha em laboratórios de pesquisa, laboratórios de rotina como os de biologia clínica, campos abertos como savanas, florestas e todo lugar onde há vida para ser estudada.

O exercício da profissão exige dupla habilitação: a técnico-científica e a legal. A habilitação técnico-científica é expressa através da comprovação da capacidade intelectual do indivíduo, pela posse do diploma fornecido pela autoridade educacional e pelo currículo efetivamente realizado. A habilitação legal cumpre-se com o registro profissional no órgão competente para a fiscalização de seu exercício; no caso dos biólogos, o Conselho Regional de Biologia de sua jurisdição.

POUCO A COMEMORAR

Independer ou vir a morrer,
chavão que só o papel aceita...
a dura realidade é sofrer,
vendo a solta correr a peita.

Liberdade ainda que tarde...
no lombo danosa filharada,
a escravidão ainda que arde,
na lavoura tosca alquebrada.

Acreditar no país do futurão,
Acreditar em país da maresia,
Acreditar na terra da fantasia,
Acreditar, crer, mera ilusão...

Contentamento ou alienação ?
Brava gente só no futebol...
cestas básicas compõem ação,
só salva por enquanto o sol.

Verde virando e cheirando cinza,
amarelo nas mãos da minoria, bisa,
vista muito, muito grossa,
atinar que a mata é nossa,
floresta tende a queimar
incultos, tendem a teimar.

Crer que vai melhorar sem educação,
Crer que vai melhorar sem distribuição,
Crer que vai melhorar com corrupção,
Crer, acreditar, pseudo doutrinação...

PAULO MAC INTYER

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* Em 7 de Setembro, ao voltar de Santos, parado às margens do riacho Ipiranga, D. Pedro recebeu uma carta com ordens de seu pai para que voltasse para Portugal, se submetendo ao rei e às Cortes. Vieram juntas outras duas cartas, uma de José Bonifácio, que aconselhava D. Pedro a romper com Portugal, e a outra da esposa, Maria Leopoldina de Áustria, apoiando a decisão do ministro e advertindo: "O pomo está maduro, colhe-o já, senão apodrece".
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OBS.:
Para ser reconhecido oficialmente, o Brasil negociou com a Grã-Bretanha e aceitou pagar indenizações de 2 milhões de libras esterlinas a Portugal. A Grã-Bretanha saiu lucrando, tendo início o endividamento externo do Brasil. Quando D. João VI retornou a Lisboa, por ordem das Cortes, levou todo o dinheiro que podia, apesar de ter deixado no Brasil a sua prataria e a enorme biblioteca, com obras raras que compõem hoje o acervo da Biblioteca Nacional. Em conseqüência da leva deste dinheiro para Portugal, o Banco do Brasil, fundado por D. João ainda 1808, veio a falir em 1829.

"Grito do Ipiranga"

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Às margens do riacho,
o Príncipe bradou...
Tinha lido conselhos.
Pelo menos, alguém nos contou.

"O pomo está maduro,
colhe-o já, senão apodrece".*

Por favor, amigo não esqueça...
não foi o grito que nos libertou
do luso ferrolho do, antes, colonizador.
Foi o tanto pago ao pai, que fez o filho forte.
Sei, ouviu dizer tantas vezes...
que nossa sorte foi o tal grito de

“Independência ou Morte!”

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JULENI ANDRADE

EM DEPENDÊNCIA

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Escutaram o brado.
Retumbante, passa a bateria
de mais uma Escola de Samba...
pra inglês ver.
Liberdade!
Vejam os raios fúlgidos!
Rajadas no céu urbano,
mais um confronto de facções.
Igualdade?
Braços fortes,
trabalham pra poder comer...
Queda de braço,
luta por poder.
Num sonho...
Raio vívido de poder dormir
em paz,na casa própria.
A imagem do cruzeiro está amarelada,
o cruzado na moldura,
o real é coisa rara.
Impávido, o colosso dorme...
esplêndido gigante, com tetas gordas,
alimentando as sedentas raposas.
Florão da América, onde tudo se planta dá...
abrem clareiras...
estão detonando seu verde,
roubaram seu amarelo,
mancham seu branco...
seu azul está cinzento.
Em dependência, morre
o penhor do bem estar.
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JULENI ANDRADE

da Independência do Brasil

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Ou fica livre o Brasil
ou morre os filhos servis...
Ainda... não se pode ver,
contente,
a Pátria amada mãe... que...
seguindo sem asas livres,
qual nau em apuros...
não vislumbra o horizonte.
Gente brava, acorrentada
pelos grilhões do capital...
Grita de verde e amarelo,
nas filas, nas esperas...
Enquanto os engravatados
envenenam o sol da liberdade.
E, as mãos tão poderosas
criaram o “risco Brasil”...
Com fervor e paciência,
segue a marcha varonil...
Entre tráficos e disparos,
perdidas balas,
falta de educação,
pobres nas prisões,
brigas de tubarões...
Somos todos, muralhas.
Cada um,
de peito aberto, para proteger
a amada mãe gentil.
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Juleni Andrade