quarta-feira, 26 de agosto de 2009

“Você é o escritor do seu próprio livro. Portanto, que livro você está escrevendo?” (José Bonifácio)

DOS DIREITOS...

Homens nascem...
livres?
Iguais?
direitos naturais...
libredade! Verdade?
Propriedade! Real?
Segurança! Vital!
Opressão? Não!
Nação?
Porção de almas em corporação!
Então...
Não perturbe!
Não pise na grama!
Não mate!
Independência ou morte!
Lei,
todos os cidadãos sendo iguais aos seus olhos...
seus olhos, onde estão?
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JULENI ANDRADE

1789 - Revolução Francesa - é votada a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.

Inspirada na Revolução Americana (1776) e nas idéias filosóficas do Iluminismo, a Assembléia Nacional Constituinte da França revolucionária aprovou em 26 de agosto de 1789 e votou definitivamente a 2 de outubro a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, sintetizando em dezessete artigos e um preâmbulo dos ideais libertários e liberais da primeira fase da Revolução Francesa. Pela primeira vez são proclamados as liberdades e os direitos fundamentais do Homem (ou do homem moderno, o homem segundo a burguesia) de forma ecumênica, visando abarcar toda a humanidade. Ela foi reformulada no contexto do processo revolucionário numa segunda versão, de 1793. Serviu de inspiração para as constituições francesas de 1848 (Segunda República Francesa) e para a atual. Também foi a base da Declaração Universal dos Direitos Humanos promulgada pela ONU.
(http://pt.wikipedia.org/wiki/Declaração_dos_Direitos_do_Homem_e_do_Cidadão)

VEJA: http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=180

___HISTÓRIA NOSSA___

Cidadão quartenário...
Pedra lascada, lasca de vida...
Pedra polida.
Gente em bando, bando de genes.
Corre de bicho, o bicho pega...
Come o bicho,
pega a lança,
forja o metal, mata animal...
Cria Estado, fica parado,
guerra e luta,
lavoura, labuta.
Pragas... enfrenta...
escravos, tormentas,
escritas e mitos.
Governos, impérios...
Queda de Roma,
Roma e Deus.
O mar é fechado...
navegações, lucros,
comércio e Cruz.
Novo mundo,
novos mercados,
carvão e poder.
Direitos dos homens,
Repúblicas e saberes...
Guerras e “ismos”.
Queda de muro,
muros em construção...
Xenofobia, tecnologias,
“neo” tanta coisa...
Ainda há tempo,
pra pensar num futuro...
no ar puro,
no gemido do mundo,
na fome do homem...
pra paz apologia
sem demagogia.
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JULENI ANDRADE

A VIDA

A vida é uma oportunidade, aproveita-a.
A vida é beleza, admira-a.
A vida é beatificação, saboreia.
A vida é sonho, torna-o realidade.
A vida é um desafio, enfrenta-o.
A vida é um dever, cumpre-o.
A vida é um jogo, joga-o.
A vida é preciosa, cuida-a.
A vida é riqueza, conserva-a.
A vida é amor, goza-a.
A vida é um mistério, desvela-o.
A vida é promessa, cumpre-a.
A vida é tristeza, supera-a.
A vida é um hino, canta-o.
A vida é um combate, aceita-o.
A vida é tragédia, domina-a.
A vida é aventura, afronta-a.
A vida é felicidade, merece-a.
A vida é a VIDA, defende-a.

(AUTOR: ANÔNIMO)
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Veja (www.minhathoca.blogspot.com)

sábado, 1 de agosto de 2009

SOCIEDADE DAS ALMAS

Em algum momento... início!
Não importa o quando, nem o motivo...
almas encontram, na veia da vida,
um gosto...
um jeito, feito!
Sacodem, abalam, infiltram...
Somos postos num transe.
São os olhares subjetivos,
surreais,
debates mentais!
Existe o código único: PARCERIA!
A amizade e seus contornos...
palavras surgidas a quatro mãos.
Fica, o feito, dito...
o não dito, feito!
Detalhes são perdidos...
Saldo é positivo...
Resta a vontade do resto,
do resto inteiro que resta...
num olhar pela fresta
da janela entreaberta...
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JULENI ANDRADE

TEMPO É MOVIMENTO

Passou...
não volta,
não mexe,
não apaga.
Agora...
é fato,
quer ato,
vai embora.
Futuro...
não chegou,
você fará,
passará.
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JULENI ANDRADE