terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

HOMEM E MULHER



PERMANECE A DESIGUALDADE ENTRE GÊNEROS NO MERCADO DE TRABALHO, UMA CARACTERÍSTICA MARCANTE DO MERCADO DE TRABALHO NACIONAL, JUNTAMENTE COM A DIFERENÇA ENTRE RAÇAS. HOMENS E MULHERS, OCUPANDO MESMOS CARGOS, TÊM REMUNERAÇÃO DIFERENCIADA. NÃO HÁ NECESSIDADE DE EXPLICAR AS ORIGENS DESSA POLÍTICA, JÁ QUE É SABIDO POR TODOS A CONDIÇÃO PARIARCAL DA HISTÓRIA UNIVERSAL.

ALÉM, DA DISCRIMINAÇÃO SALARIAL, HÁ A SEGREGAÇÃO OCUPACIONAL, ATRAVANCANDO O PROGRESSO PROFISSIONAL FEMININO. A MULHER TEM CHANCES EM UMA GAMA MENOR DO MERCADO. MESMO ASSIM, NAS ÚLTIMAS DÉCADAS A POPULAÇÃO FEMININA TEM CONSEGUINDO AVANÇAR SIGNIFICATIVAMENTE E RUMANDO A REVOLUCIONAR O PARADIGMA SÓCIO-CULTURAL CRIADO EM TORNO DOS PAPÉIS DE HOMENS E MULHERES NO CENÁRIO PROFISSIONAL.

JÁ ESTÁ SENDO, LENTAMENTE, TRANSFORMADO A EDUCAÇÃO DE MENINOS E MENINAS, O QUE É UMA ESPERANÇA NO FUTURO. E, MUITAS MULHERES CRIAM SEUS FILHOS SOZINHAS, A PRESENÇA MASCULINA NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS ESTÁ FICANDO MENOR. NÃO É DE TODO POSITIVA PARA AS FUTURAS GERAÇÕES, MAS ESTABELECE NOVAS FORMAS DE PENSAR A QUESTÃO DE GÊNERO E TRABALHO.

AGORA, O QUE TODOS SABEM, É QUE NÃO ADIANTARÁ NENHUMA MEDIDA LEGAL PARA QUE HAJA RESPEITO À MULHER, NO MERCADO DE TRABALHO , BEM COMO NA VIDA SOCIAL E FAMILIAR. A ÚNICA SOLUÇÃO É UMA EDUCAÇÃO VOLTADA NA VALORIZAÇÃO DO ESTÍMULO ÀS POTENCIALIDADES, INDEPENDENTE DE SEXO, RAÇA OU CONDIÇÃO SÓCIOECONÔMICA. OS PARADIGMAS SÓ MUDAM, SE OS INDIVÍDUOS MUDAM. ENQUANTO, A EDUCAÇÃO FOR CASTRADORA E VOLTADA PARA A MERA REPETIÇÃO DE COSTUMES INÚTEIS, ESTAREMOS FADADOS AO CONTINUISMO DAS MAZELAS SOCIAIS. TAMBÉM, NÃO HÁ LEI QUE MUDE A EDUCAÇÃO. A VIGENTE LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO PRIVILEGIA AS FORMAS MAIS DEMOCRÁTICAS DE EDUCAÇÃO. PORÉM, O COTIDIANO CONTINUA MERGULHADO NAS TREVAS DITATORIAIS E CASTRADORAS. DESSE MODO, SÓ A VONTADE DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO É QUE VAI FAZER VALER A LEI.



JULENI ANDRADE

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